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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Mariano Gago (1948-2015), o ministro cientista

Pôs a  ciência na agenda política. Desenvolveu a ciência, instituiu avaliações internacionais, tornou o país membro de grandes organizações europeias. Em suma, fez da ciência portuguesa o que ela é hoje.

Deve-se-lhe a criação de uma série de alicerces. Surge então a FCT, a sucessora da JNICT. É lançada a Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, que tem hoje uma rede de centros pelo país e cujo ex-libris é o Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. “A Ciência Viva é uma das coisas mais inovadoras que Mariano Gago deixa. Uma agência como a Ciência Viva não existe em todos os países do mundo. Muitos cientistas estrangeiros perguntam-nos: ‘Vocês têm uma agência só para a cultura científica?’”, refere ainda Carlos Fiolhais. “O Pavilhão do Conhecimento tem actividades que atraem desde miúdos de três ou quatro anos até aos avós. É um legado de Mariano Gago”, diz também o investigador Alexandre Quintanilha, que é presidente do conselho científico do Pavilhão do Conhecimento.

Fonte:  http://www.publico.pt/ciencia/noticia/morreu-mariano-gago-1692766

quinta-feira, 5 de março de 2015

Este ano a teoria da relatividade geral de Einstein faz 100 anos.

Carlos Fiolhais recorda-nos:

"Em 2015, Ano Internacional da Luz, celebra-se o centenário de uma das teorias

 físicas mais formidáveis e também um dos picos mais altos do intelecto humano: 

a teoria de relatividade geral de Albert Einstein. "

Eis a nossa sugestão de leitura na edição especial do "Público" de hoje:

Cem anos a deitar a língua de fora

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

2015 - ANO INTERNACIONAL DOS SOLOS


FALANDO DOS SOLOS 


Grande amigo pessoal do Prof. Orlando Ribeiro, o seu colega parisiense Pierre Birot, professor no Institut de Géographie de Paris, visitava frequentemente o nosso país a fim de aqui proceder a trabalhos de campo em colaboração com o seu colega português. Ainda como finalista de geologia, na Faculdade de Ciências de Lisboa, e a convite do Prof. Orlando, tive o privilégio de os acompanhar numa excursão de vários dias à chamada Bacia do Mondego, na região de Coimbra, uma experiência riquíssima que, estou certo, abriu o caminho ao que foi a minha opção no âmbito das Ciências da Terra - a dialéctica possível de estabelecer entre a geomorfologia e a sedimentologia ou, mais especificamente, entre a erosão e a sedimentação. Nesta excursão, as geografias física e humana e a geologia interligaram-se num todo multidisciplinar, harmonioso e atraente, fruto do muito saber dos dois notáveis geógrafos e ilustres humanistas. 

Nesta saída de campo aprendi a olhar o solo (do latim, solum, solo, chão, base) como um dos processos geológicos ocorrentes à superfície do planeta, com ligações muito estreitas a múltiplas disciplinas (geomorfologia, geoquímica, prospecção mineira, agronomia, economia, etnografia e sociologia, entre outras). 

Pouco tempo depois, na minha passagem por Paris, nos anos de 1962 a 1964, frequentei, com redobrado interesse, as aulas do Prof. Birot, no referido Institut de Géographie. Com início pelas 8 horas da manhã, bem de noite no frio Inverno parisiense, o nº 191 da Rue Saint-Jacques, a dois passos do Panthéon, era um formigueiro de gente, oriunda de todos os cantos do mundo, a caminho do grande auditório para ouvir o mestre. Foi nessas aulas que conheci a obra de outro grande geógrafo francês, Henri Herhart (1898-1982), La genèse des sols en tant que phénomène géologique: Esquisse d'une théorie géologique et géochimique, biostasie et rhexistasie, publicada, em 1956. Este magnífico trabalho que fez escola entre geógrafos e geólogos, despertou em mim o interesse que, à margem da minha actividade profissional, sempre nutri pelo “chão que nos dá o pão” a que Joaquim Vieira Botelho da Costa (1910-1965), professor catedrático do Instituto Superior de Agronomia (ISA), vulto maior na Ciência do Solo, se referiu, em 1960, como “Fazendo a transição entre esse manto vivo (a vegetação) e o esqueleto mineral do substrato geológico.” 

A par da modelação das formas de relevo por erosão (gliptogénese), da formação das rochas sedimentares (sedimentogénese) e da origem e evolução dos seres vivos (biogénese), a pedogénese (do grego pédon, solo), ou seja, a origem e evolução do solo, não pode, pois, deixar de ser considerada um fenómeno geológico. 

Sendo a alteração das rochas (meteorização) e a formação do solo as respostas da litosfera ao ambiente externo, e sendo a erosão a resposta dos produtos dessa alteração à atracção gravítica, a existência de um solo testemunha sempre uma situação de equilíbrio entre as taxas de meteorização e de erosão. E, assim, como escreveu, em 1980, outro nome grande da Ciência do Solo, o Prof. João Manuel Bastos de Macedo, do ISA, o solo é “uma solução de compromisso entre a meteorização e a erosão” e, como tal, fruto de um evidente processo geológico à escala do planeta. 


Recurso fundamental à sobrevivência da humanidade, o solo, surgido no Silúrico superior, há cerca de 425 milhões de anos, por força de um processo dinâmico, a um tempo geológico e biológico, alimentado pela energia solar, está cada vez mais sujeito ao impacto da actividade humana exponencialmente crescente.

Na sua imensa capacidade tecnológica, o homem pode destruir em horas um bem colectivo cuja formação necessita de milhares de anos a ser desenvolvido. Urge pois trazer este conhecimento ao cidadão, a começar na escola, onde os curricula estão longe de dar ao solo a importância científica, económica e social que, na realidade, tem. 

Pelo valor que lhe é atribuído, como um dos principais recursos naturais de que dispomos, ao lado da água e do ar e bem acima da maioria das matérias-primas minerais, o seu estudo, isto é, a pedologia1, para além da sua importância em ciências fundamentais, como a Geologia (em especial a geodinâmica externa) e a Biologia, constitui complemento indispensável em domínios do saber ligados à economia, como são, entre outros, a agricultura, a silvicultura, o ordenamento do território e a prospecção geológica e mineira. A pedologia recorre a meios que vão desde os mais simples, como seja a observação no terreno em amostra de mão, aos mais sofisticados, postos à disposição dos pedólogos, com destaque para a difractometria de raios X, as microscopias óptica e electrónica, os diversos equipamentos de análise química mineral, a fotografia aérea, a teledetecção via satélite, etc., sem esquecer os da biologia e da bioquímica, indispensáveis ao conhecimento da componente orgânica viva e morta do solo.

Na abordagem (sempre a nível básico) que me proponho fazer nos textos que se seguirão, focam-se os aspectos essenciais da ciência do solo indispensáveis à formação de biólogos e geólogos, em particular, dos professores de Biologia e/ou de Geologia, que os devem assimilar e transmitir aos seus alunos na forma e conteúdo adequados aos diferentes patamares de escolaridade.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

"De Animais a Deuses - História Breve da Humanidade"

São 496 páginas de leitura compulsiva, informativa, fascinante. 
(Desidério Murcho, In http://dererummundi.blogspot.pt/

Nesta obra não se encontra o género tradicional de história da humanidade, geralmente bastante eurocêntrica e descrevendo quase exclusivamente pormenores da política e dos impérios. O que encontramos aqui é um enquadramento iluminante da história da humanidade, que é vista do ponto de vista do universo, como diria Sidgwick. A história de Harari abrange desde o aparecimento dos primeiros hominídeos até à previsível extinção do Homo sapiens. Mas é muito mais do que uma mera narrativa de factos biológicos, antropológicos, económicos e políticos: é uma tentativa de compreender a razão de ser das coisas. E, claro, muitas vezes essa é uma tentativa gorada, caso em que Harari expõe algumas teorias especulativas, os seus pontos fortes e os seus pontos fracos. Em muitos casos, Harari conclui que não sabemos, pelo menos para já, o porquê que procuramos. É o caso, logo no início do livro, do mistério da nossa solidão de espécie: ao longo de milhares de anos, o Homo sapiens conviveu com várias outras espécies de hominídeos, como aliás acontece hoje com as outras espécies. Subitamente, porém, as outras espécies desaparecem e ficamos apenas nós; porquê? Sabemos hoje, por exemplo, que muitos de nós temos alguns genes de outras espécies de hominídeos (temos genes de Neandertal, por exemplo), o que significa que houve cruzamento entre espécies. Mas não houve uma fusão de espécies porque se tivesse havido tal coisa, teríamos uma percentagem muitíssimo elevada de genes de outras espécies, coisa que não temos.

Harari divide a história da humanidade em três grandes períodos, que correspondem a três acontecimentos marcantes: a revolução cognitiva, a revolução agrícola e a revolução científica. Entre as duas últimas ocorre a unificação da humanidade, que deixa de estar separada em ilhas culturais, para passar a ser uma só cultura. Quando Hollywood imagina o faroeste do séc. XIX, com índios orgulhosos nos seus cavalos, dá a ilusão de uma cultura independente, o que é falso: os cavalos, por exemplo, foram reintroduzidos no continente norte-americano apenas no séc. XV, quando os espanhóis lá chegaram. (Reintroduzidos porque quando os antepassados dos indígenas norte-americanos, os primeiros hominídeos, chegaram ao actual continente norte-americano, havia cavalos, que prontamente se extinguiram com a pressão predatória humana.)

A revolução cognitiva ocorre quando os seres humanos desatam a imaginar coisas que não existem: nasceu a ficção. Deuses, demónios, espíritos, narrativas míticas, religiões, artes, surgem subitamente onde os Sapiens estão, desempenhando talvez, pensa Harari, o papel crucial de conseguir coordenar um número elevado de seres humanos, coisa que antes não era possível. Numa das muitas imagens memoráveis do livro, Harari faz notar que se colocarmos milhares de chimpanzés numa praça de uma cidade, o resultado será apenas uma cacofonia sem rumo; milhares de seres humanos, contudo, conseguem coordenar-se para se manifestar, por exemplo, contra o terrorismo. (Sobre os recentes ataques terroristas vale a pena ler o que me pareceu o mais lúcido dos artigos sobre o caso, da autoria de Yuval Harari, publicado pelo Guardian.)

O  livro surpreende a cada passagem pela simplicidade da sua linguagem, pela profundidade da visão do seu autor, e também pela verve, que põe ao serviço da compreensão de ideias profundas e por vezes difíceis. É um livro inteligente, pleno de ideias surpreendentes, de explicações iluminantes e de perspectivas novas. Desmontando sempre que pode muitas ideias feitas que hoje afogam o pensamento comum (como a ideia de que os seres humanos eram ecologicamente correctos antes da industrialização, ou a ideia de que só as relações heterossexuais são "naturais"), este livro presta um serviço inestimável ao esclarecimento da humanidade. Aconselho vivamente a sua leitura, e releitura, e penso tratar-se de um dos mais importantes livros de divulgação científica publicados nos últimos dez anos. Está de parabéns a Vogais, que soube publicar atempadamente um livro excelente.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

2015, ANO INTERNACIONAL DA LUZ


É comum a afirmação de que “não poderíamos viver sem ela” e é também tido como certo que, sem luz, a vida não existiria. Em termos científicos, “luz” abrange toda a gama de radiações eletromagnéticas, desde as ondas muito longas (ondas rádio) até às mais energéticas, correspondentes a frequências muito elevadas (como raios X e raios gama). É toda essa “luz” que será abordada no programa que se prepara para preencher o Ano Internacional da Luz.
Foi em dezembro de 2013 que a Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU) proclamou 2015 como o ano em que a Organização para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) promoveria a cooperação com outras entidades para o desenvolvimento de ações de sensibilização de políticos e cidadãos em geral – a nível mundial – para a importância da luz na vida e no bem-estar geral.
Desde logo se iniciaram trabalhos preparatórios (alguns dos quais conduziram já à concretização de ações efetivas), quer na elaboração de programas diversificados e ajustados às realidades de cada país, quer na mobilização de recursos humanos voluntários para a liderança de projetos e, ainda, para a indispensável obtenção de financiamento para as componentes em que ele é indispensável.
Foram já disponibilizados alguns recursos que, gratuitamente, os dinamizadores individuais e coletivos podem usar, nos quais se contam imagens obtidas a partir de satélites artificiais que tornam evidentes as assimetrias em diversas partes do planeta (com regiões profusamente iluminadas durante a noite enquanto outras permanecem praticamente às escuras) ou ainda o facto de, na maior parte dos casos, as lâmpadas serem bem visíveis do espaço, em contraste com a raridade dos casos em que o chão é diretamente iluminado, sem esbanjamento de luz para a atmosfera.
SUPER 198 - Outubro 2014
Leia a continuação numa das nossas versões digitais:
FONTE:
http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2857:2015-ano-internacional-da-luz&catid=33:cacadores-de-estrelas&Itemid=124

terça-feira, 7 de outubro de 2014

São "nerds dos cogumelos" e criaram protótipo para produção optimizada

Produzir quatro vezes mais cogumelos gastando menos 20%. Óscar Pinto e Simão Morgado vão apresentar em breve os primeiros produtos de um projecto que quer, no futuro, conquistar os mercados gourmet e medicinal, que juntos representam um negócio anual de três mil milhões de euros
Texto de Mariana Correia Pinto • 03/10/2014

Confessam-se "nerds dos cogumelos" e foi o fascínio (e o "apetite insaciável") por este fungo que os trouxe até aqui. Óscar Pinto e Simão Morgado, micro-biólogos de 31 anos, estão a desenvolver um projecto que quer aliciar os produtores de cogumelos com uma pergunta: e se fosse possível aumentar a produção até quatro vezes diminuindo os custos até 20%? O Melus deve acabar o primeiro protótipo de um dos seus produtos já em Novembro e com ele começar a cumprir um desejo antigo: "Democratizar a produção de cogumelos e torná-la mais acessível."
  
A ideia de "acrescentar valor ao cogumelo" é antiga. Óscar lembra-se de ser ainda um "amador" no assunto — antes de entrar na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica — e já se interessar pela matéria. Quando sentiu que o número de projectos e a curiosidade à volta deste alimento (com propriedades medicinais) estava a aumentar, decidiu que era altura de fazer alguma coisa. Com o colega de curso Simão Morgado (e outro parceiro, que entretanto abandonou o projecto) começou a desenhar o Melus: "Queremos desenvolver o mercado português não só em termos de consumo mas também em termos de produção", explicou Óscar Pinto.
  
Oportunidade de negócio: há uma "falta de conhecimento técnico" e "ausência de programas de melhoramento genético de cogumelos em Portugal", identificaram os dois jovens, que durante seis meses participaram com mais 16 finalistas na terceira edição do Programa de Aceleração de Startups do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC).

"Os métodos de produção que os novos produtores utilizam são tradicionais, com pouca produtividade quando comparados com métodos mais modernos", explicaram ao P3. Exemplo prático: "O que está agora em voga são os cogumelos shiitake ("Lentinula edodes"). Como são, normalmente, produzidos em tronco, têm uma eficiência biológica [capacidade que o fungo tem de transformar a matéria em cogumelo] de 20%. O que estamos a tentar é que essa eficiência seja de 80%."
  
Solução amiga do ambiente
Já em Novembro, na Feira Internacional de Lisboa, Óscar e Simão contam apresentar o primeiro protótipo de um dos produtos que vão disponibilizar: um fardo de produção de cogumelos de 20 kg, que é uma espécie de "tronco artificial de produção". Esta solução — que está agora em fase de teste com dois produtores e parcerias com organizações produtoras e associações de desenvolvimento rural — não só é mais produtiva como é "melhor em termos ambientais": "Enquanto o cultivo em troncos requer o abate de árvores, o nosso produto pode usar resíduos agrícolas e florestais para produzir ainda mais cogumelos do que o tronco originalmente produzia."
  
Pequena aula de Biologia: "Os cogumelos estão dentro do reino dos fungos, dentro desse reino há diferentes espécies que têm diferentes estirpes", explica Óscar Pinto para acrescentar: "Nós tentamos potenciar a genética dessas estirpes através da formulação do substracto onde elas crescem. Por outro lado temos o intuito de desenvolver em termos laboratoriais estirpes mais produtivas ou que tenham uma característica x, y ou z."
  
Os micro-biólogos querem fazer dos produtores os "clientes principais" ("não estamos a pensar, pelo menos para já, vender o cogumelo em si"). "O que nós vendemos são meios de produção e estirpes optimizadas", diz Simão Morgado, acrescentando que a consultoria, formação e apoio à produção e melhoria do desempenho fazem também parte dos planos. As soluções que a Melus vai apresentar vão permitir "entrar nos mercados do gourmet e medicinal", ramo que "representa neste momento um negócio anual de três mil milhões de euros", revelaram esta semana no auditório da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), durante o Startup Pitch Day da UPTEC, que acabou por eleger como vencedora a empresa de serviços de teste de "software" Crowbar

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

ANO INTERNACIONAL DA CRISTALOGRAFIA - 2014




Via http://dererummundi.blogspot.pt/

informação recebida da Comissão nacional da UNESCO:

 Embora Cristalografia suporte todas as ciências fundamentais, e em particular as Geociências, esta continua a ser relativamente desconhecida do público em geral. Essa foi uma das razões pelas quais a Assembleia Geral das Nações Unidas, proclamou 2014 como o Ano Internacional da Cristalografia. Compete à UNESCO liderar e coordenar, em parceria com a União Internacional de Cristalografia, o planeamento e implementação de atividades educativas e de capacitação durante o próximo ano.

 Assim, está a decorrer na sede da UNESCO, em Paris, nos dias 20 e 21 de janeiro, o lançamento oficial desta efeméride mundial.

Principais objetivos desta efeméride:

 · Aumentar a consciência pública sobre a ciência da cristalografia e como esta sustenta a maior parte dos desenvolvimentos tecnológicos da nossa sociedade moderna;

 · Inspirar os jovens através de exposições, conferências e demonstrações práticas nas escolas, Ilustrando a universalidade da ciência;

 · Apoiar a Iniciativa África em Cristalografia e criação de programas semelhantes na Ásia e na América Latina;

 · Promover a colaboração internacional entre cientistas em todo o mundo, especialmente as contribuições Norte-Sul;

 · Promover a educação e pesquisa em cristalografia e suas ligações com outras ciências;

 · Envolver as entidades internacionais que lidam com a questão da Radiação Síncrotrão e de Neutrões em todo o mundo nas celebrações deste Ano, incluindo o Projeto SESAME criado sob os auspícios da UNESCO.

Seguindo as orientações da UNESCO, o Comité Português para o Programa Internacional de Geociências (coordenação), em parceria com o Comité Português para a Matemática do Planeta Terra, ambos criados sob a égide da Comissão Nacional da UNESCO, irão dinamizar o Ano Internacional da Cristalografia, a nível nacional. Irão, também, colaborar com Comités homólogos e universidades existentes no espaço lusófono, incentivando a organização de eventos conjuntos. O lançamento oficial do Ano Internacional da Cristalografia, em Portugal, terá lugar na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - UTAD, no dia 12 de março de 2014, numa parceria entre a UTAD, o Comité Português para o Programa Internacional de Geociências da UNESCO (IGCP) e o Comité Português da Matemática do Planeta Terra.

Para mais informações, consultar:
http://www.unesco.org/new/en/unesco/events/prizes-and-celebrations/celebrations/international-years/crystallography/

sábado, 7 de dezembro de 2013

Português vence prémio internacional de psicologia


EUA: Português vence prémio internacional de psicologia
Nos EUA, o professor catedrático António Damásio foi distinguido com o Prémio Grawemeyer 2014 na área da Psicologia. O português foi condecorado pela hipótese que apresentou sobre os marcadores somáticos, que mostra a forma como as emoções influenciam a tomada de decisões.

Segundo a 'Temas e Debates', editora que chancela as obras do investigador, o Prémio Grawemeyer para Psicologia, entregue anualmente pela Universidade de Louisville, no Kentucky, tem vindo a distinguir "os mais destacados estudiosos da cognição e da neurociência pelas suas ideias revolucionárias". 


Damásio, de 69 anos, é titular da cátedra David Dornsife de Neurociência, professor de psicologia e neurologia e ainda director do Brain and Creativity Institute (Instituto do Cérebro e da Criatividade).


Em comunicado citado pela Lusa, o investigador diz-se satisfeito por ter sido distinguido com este prémio que junta, agora, ao da Fundação Honda, ao Príncipe das Astúrias para a Investigação Científica e Técnica e ao Prémio Pessoa, que recebeu em conjunto com Hanna Damásio, em 1992, entre outros.


LER ARTIGO COMPLETO
http://boasnoticias.sapo.pt/noticias_EUA-Portugu%C3%AAs-vence-pr%C3%A9mio-internacional-de-psicologia_18057.html

terça-feira, 22 de outubro de 2013

MULHERES NA CIÊNCIA

Tarefa para super-heroínas ou corrida de obstáculos?
Ganham menos e passam a  vida a ter de demonstrar a sua competência.

LER na Superinteressante de outubro, em
http://www.superinteressante.pt/