um portal a consultar:
http://www.apdp.pt/
**************************Blog da Biblioteca Escolar da Esc. Sec. José Estêvão - Aveiro************************* Visite também: http://bibliote51.wixsite.com/bibliotecaesje
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
domingo, 9 de novembro de 2014
O MURO DE BERLIM CAIU HÁ 25 ANOS
Uma cidade, um Muro, dois mundos durante 28 anos
(Graça Andrade Ramos, RTP)
"Depois de completo, o Muro estendia-se por
mais de 155 quilómetros, cortando estradas e linhas férreas.
Expressando a divisão do mundo em dois blocos".
O Muro de Berlim (em alemão Berliner Mauer) era uma barreira física construída pela República Democrática Alemã (Alemanha Oriental - comunista) durante a Guerra Fria, que circundava toda a Berlim Ocidental (capitalista), separando-a da Alemanha Oriental, incluindo Berlim Oriental. Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes: República Federal da Alemanha (RFA), encabeçado pelos Estados Unidos; e a República Democrática Alemã (RDA), constituído pelos países comunistas sob julgo do regime soviético.
Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este muro era patrulhado por militares da Alemanha Oriental Comunista com ordens de atirar para matar (a célebre Schießbefehl ou "Ordem 101") os que tentassem escapar, o que provocou, segundo dados do regime comunista, a morte a 80 pessoas, 112 feridos e milhares aprisionados nas diversas tentativas de fuga para o ocidente capitalista, além de separar, até sua queda, dezenas de milhares de famílias berlinenses que ficaram divididas e sem contato algum. Os números de mortos, feridos e presos é controverso pois os dados oficiais do fechado regime comunista são contestados por diversos órgãos internacionais de Direitos Humanos
IN WIKIPEDIA
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Concurso Nacional de Leitura - 9ª edição
Já estão abertas as inscrições para o CNL 2014-2015.
Informa-te! Participa!
Informa-te! Participa!
terça-feira, 4 de novembro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
"DIAS DA MEMÓRIA"
É um projeto europeu em que é parceiro o Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa; está a criar um banco de histórias familiares relacionadas com a guerra de 1914-18.
O apelo está feito: quem tem objetos, deve contactar
memoriasguerra@portugal1914.org
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Fiscalidade "verde"
O novo Orçamento de Estado para o próximo ano prevê nova taxa sobre os combustíveis, sobre os sacos plásticos e os recursos hídricos. Este dinheiro é destinado ao alívio do IRS.
Cada saco de plástico terá uma taxa de 8 cêntimos + IVA, passando a custar 10 cêntimos para o consumidor.
Cada português gasta, em média, por ano, 466 sacos de plástico e espera-se que esta medida reduza o consumo para um máximo de 50 sacos por pessoa em 2015.
Das receitas resultantes desta cobrança, 85% irão para o Estado e 15% para o Fundo de Conservação da Natureza e Biodiversidade.
sábado, 18 de outubro de 2014
Prémio LeYa 2014 atribuído ao romance «O Meu Irmão», de Afonso Reis Cabral
Ficou em 8.º lugar num concurso europeu de grego antigo, lançou um livro de poesia aos 15 anos. Revê textos e estuda literatura. É trineto de Eça de Queirós, mas recusa carregar o peso dessa influência.
A frase do pai tem anos e não sai da memória: "Hoje nasceu um escritor." Guarda-a como um elogio e assume, sem reservas, que o seu futuro passa pelas palavras. "A minha vocação é escrever." Aos 15 anos, Afonso Reis Cabral lançou um livro de poemas no auditório do Clube Literário do Porto. A casa encheu-se com a família. Baptizou a obra de 90 páginas de Condensação. Uma compilação de poemas escritos entre os 10 e os 15 anos, que não falam de amor e com prefácio da professora de Português. O que se escreve nestas idades? "Ingenuidades, mas escreve-se com paixão. Nessas idades, a poesia é mais um mistério do que outra coisa qualquer", responde. "Nunca falei de amor, é um tema demasiado confessional." Foi a primeira aventura literária. E o que passeia no cérebro ou circula pelo coração e esbarra no papel? "O início é um momento que depois é elaborado. Acabo por não ter um tema, uma trave mestra", explica. O que escreve? "Num impulso de mim, salto fora do ser e sou noutro lugar balada nocturna cantando à janela do meu antigamente." É uma das frases da fase pós-15 anos.
Confessa que, há alguns anos, abrir um livro exigia cuidado, delicadeza. "Colocava-o num determinado ângulo para não estragar." Agora não há ângulo que resista. Usa e abusa dos livros. "Rabisco, dobro as páginas e, por vezes, a lombada desfaz-se." Escreveu Como Lidar com Um Livro e aí diz com todas as letras que os livros não são sentimentais. "Se não se dá bem com eles, a culpa é sua." "Todos os livros cheiram, sobretudo, a sussurro. Sussurro de onde sai uma réstia de vento que é um verdadeiro vendaval", escreve. "Depois há aqueles mais novos que são um rol de inocência, pouco se vê, pouco se sabe, pouco se perscrute, mas todo o corpo é percorrido pela vitalidade dos sentidos. Nos vincos dos livros mais velhos cheira-se a vida e vê-se uma sala com todos os seus cantos e ouvem-se mesmo as conversas levadas ao som da música", acrescenta.
Afonso está agora a caminho da prosa, a reformular ideias, a redefinir objectivos, a amadurecer antes de uma nova aventura pelos caminhos da escrita. Está numa fase de introspecção. "Quero seguir com mais apoio. Com ingenuidade, com mistério, com descoberta, quero tentar evoluir." "Tento ser disciplinado na escrita e dentro da minha cabeça escrevo todos os dias." É trineto de Eça de Queirós por parte do pai. "A angústia da influência? Tento combater isso." E não dá hipótese. "O meio familiar é um ponto de partida e o Eça lá está. O mais importante é o esforço no estudo, na escrita", assegura. Escreve por gosto, ora essa.
Confessa que, há alguns anos, abrir um livro exigia cuidado, delicadeza. "Colocava-o num determinado ângulo para não estragar." Agora não há ângulo que resista. Usa e abusa dos livros. "Rabisco, dobro as páginas e, por vezes, a lombada desfaz-se." Escreveu Como Lidar com Um Livro e aí diz com todas as letras que os livros não são sentimentais. "Se não se dá bem com eles, a culpa é sua." "Todos os livros cheiram, sobretudo, a sussurro. Sussurro de onde sai uma réstia de vento que é um verdadeiro vendaval", escreve. "Depois há aqueles mais novos que são um rol de inocência, pouco se vê, pouco se sabe, pouco se perscrute, mas todo o corpo é percorrido pela vitalidade dos sentidos. Nos vincos dos livros mais velhos cheira-se a vida e vê-se uma sala com todos os seus cantos e ouvem-se mesmo as conversas levadas ao som da música", acrescenta.
Afonso está agora a caminho da prosa, a reformular ideias, a redefinir objectivos, a amadurecer antes de uma nova aventura pelos caminhos da escrita. Está numa fase de introspecção. "Quero seguir com mais apoio. Com ingenuidade, com mistério, com descoberta, quero tentar evoluir." "Tento ser disciplinado na escrita e dentro da minha cabeça escrevo todos os dias." É trineto de Eça de Queirós por parte do pai. "A angústia da influência? Tento combater isso." E não dá hipótese. "O meio familiar é um ponto de partida e o Eça lá está. O mais importante é o esforço no estudo, na escrita", assegura. Escreve por gosto, ora essa.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
PRÉMIOS NOBEL 2014
Prémio Nobel da Paz
"pela sua luta contra a opressão infantil e pelo direito de todas as crianças à educação"
Prémio Nobel da Literatura

mais informação em
http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/lists/year/index.html?year=2014&images=yes
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
RETALHOS DA VIDA DE UM FÍSICO - JOÃO MAGUEIJO
Sugestão de leitura no
JL nº 1148, de a 14 de outubro, p. 36
JL nº 1148, de a 14 de outubro, p. 36
terça-feira, 7 de outubro de 2014
"O Organista", novo conto de Lídia Jorge, apresentado no "Escritaria" 2014 , em Penafiel
Só que o órgão e o vazio eram duas coisas distintas, uma dentro da outra, e as duas não produziam nada. Então, o órgão e o vazio juntaram-se e chamaram (...)
fragmento de " O Organista"
Subscrever:
Mensagens (Atom)
