terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Memória, História: AUSCHWITZ



https://www.youtube.com/watch?v=TVRMIid9Xiw&feature=youtu.be 



On January 27, 1945, on Saturday, at around 9 a.m. the first Soviet soldier from a reconnaissance unit of the 100th Infantry Division appeared on the grounds of the prisoners' infirmary in Monowitz. The entire division arrived half an hour later. The same day a military doctor arrived and began to organize assistance.
In the afternoon soldiers of the Red Army entered the vicinity of the Auschwitz...

https://www.facebook.com/auschwitzmemorial?fref=ts


Dia Internacional da Memória do Holocausto


No Dia Internacional da Memória do Holocausto e nos 70 anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz, recomendamos o livro "O Rapaz do Pijama às Riscas". 
Para que a humanidade nunca se esqueça da barbárie, dos dias trevas...
No  Dia Internacional da Memória do Holocausto e nos 70 anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz, recomendamos o livro "O Rapaz do Pijama às Riscas". Para nunca esquecer.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

GERAÇÃO Z

Mais rápidos, mais capazes, mais solitários, os Z vivem agarrados aos ecrãs, pensam com a ajuda da internet e estão permanentemente preocupados com a bateria do telemóvel. Que geração é esta que nasceu com a viragem do século?


Ler mais: 

http://expresso.sapo.pt/geracao-z=f903941#ixzz3NIm198qj

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Jerónimos, a epopeia da pedra




Vasco da Gama descobriu nos mares o caminho para chegar à Índia e o Mosteiro dos Jerónimos nasceu para glorificar o achado e a visão de um rei. Obra-prima do Manuelino, não há nada que se lhe compare em Portugal. Em 1983 tornou-se Património da Humanidade.







Património da Humanidade.







http://ensina.rtp.pt/artigo/patrimonio-mundial-portugues-mosteiro-dos-jeronimos/

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

À volta da escrita

«Se pedirmos a Mário de Carvalho um exercício ele prescreve: leia. E volte a ler e a sublinhar, a tirar notas e a comparar edições e traduções. Quer aprender a escrever títulos? Vá a uma biblioteca e veja como se arquitectaram uma dúzia deles, e a mesma coisa para aberturas de contos. E passeie por museus, e veja ainda filmes de todos os tipos. “A escrita é feita com tudo aquilo que nós temos: toda a nossa vivência, tudo aquilo que adquirimos. Pode partir de um quadro, de um filme, de um sonho, mas tudo isto envolve a mobilização de uma totalidade — está tudo ligado. É importante tomar contacto com a extrema complexidade e riqueza deste mundo”.»de um quadro, de um filme, de um sonho, mas tudo isto envolve a mobilização de uma totalidade — está tudo ligado. É importante tomar contacto com a extrema complexidade e riqueza deste mundo”.»

In
Professores de Português Interactivos

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

RECEITA DE ANO NOVO


Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade