terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Todo o mês volta outra vez... é Carnaval - o nosso painel temático na BE

O Carnaval. as máscaras, a comédia, Polichinelo, Casanova, Colombina, Arlequim e tantos, tantos outros nomes, tantos rostos ocultos para
eternidade.
Personas, fábulas, o mundo maravilhosos dos humanos, nós.

(Licínia Quitério)

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Janelas para a Filosofia na Antena 2

Janelas para a Filosofia na Antena 2


Os autores de Janelas para a Filosofia falam diariamente na Antena 2 sobre as questões filosóficas discutidas no livro e não só. Trata-se de uma entrevista conduzida por Ana Paula Ferreira para o programa Império dos Sentidos, de que é produtora, e que está no ar nas manhãs de segunda a sexta, entre as 7 e as 10 horas, com apresentação de Pedro Alves Guerra.

A entrevista desenrola-se ao longo de vários dias do mês de fevereiro, com cerca de 10 minutos por dia, a transmitir pelas 8:30h. Na emissão de ontem (quinta-feira) o tema foi o dos valores, do relativismo dos valores e da crise de valores. No programa de hoje, o tema será a ética.

A entrevista é acompanhada de algumas sugestões musicais de Desidério Murcho e de Aires Almeida.


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

FACEBOOK – ANIVERSÁRIO – 4 de Fevereiro de 2015



Artigo recebido da escritora e colaboradora do blogue http://dererummundi.blogspot.pt/

 A rede social Facebook nasceu em 4 de fevereiro de 2004. Faz hoje 11 anos. E se estou a falar nisto é porque, na verdade, a vida das pessoas mudou muito nestes onze anos de ligação efectiva à internet e quem não entender isto, dificilmente se adaptará às novas regras da vida em sociedade, ou seja, da vida comunitária. Haverá sempre rebeldes, más-línguas, agressivos, intolerantes, teimosos e velhos antes do tempo. Uma pessoa tem todo o direito de não fazer parte dos quase 2 biliões de utilizadores da rede social Facebook. Era o que faltava! Não tem é o direito de não querer perceber o fenómeno. Nem sequer o querer perceber! Isso aí já roça as raias do analfabetismo mais primário, da intolerância, eu diria, da estupidez. Será o mesmo que não querer entender os malefícios ou os benefícios da luz eléctrica ou da água canalizada, ou disto, ou daquilo que compõe e anima o tempo em que vivemos. O tempo em que vivemos, todos nós, é o tempo. Com tudo o que advém do tempo. Não é “o meu tempo” ou o “teu tempo”. É o tempo. Ainda que outros tivessem vivido, tivessem tido carne e ossos a compor a sua condição humana noutros anos, noutras épocas, em outras eternidades. 

 Portanto, a rede social Facebook, criada pelo jovem de então, Mark Zuckerberg (n. 1984) juntamente com outros três colegas universitários, é tão importante e eficaz nos nossos tempos como foi o avião, ou o automóvel, ou a varinha mágica, ou o elevador nos prédios, etc, etc. Negar uma realidade prática e avassaladora é impossível. E não! O Facebook não é útil apenas para dizer «eu amo você»! Há mais utilidades! Bastantes mais!

Convém, pois, do mesmo modo que ensinamos aos nossos filhos não enfiar os dedos numa tomada de electricidade, ensinarmos também os perigos, desvantagens e vantagens desta rede social. Deverá ser ensinada e aprendida como qualquer outra matéria. Obviamente que o uso disparatado, estúpido e ignorante trará, fatalmente, consequências funestas. 

Muitos parabéns ao Facebook. E que possa melhorar, contribuir para o desenvolvimento – ainda que profundamente artificial, é bom que se diga – dos povos. Mais vale conhecer alguma coisa (e se quiser aprofundar, aprofunda nos livros e nas competências) do que não conhecer nada ou quase nada, como até 2004. 

 Este é o tempo!

 Cristina Carvalho

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

"De Animais a Deuses - História Breve da Humanidade"

São 496 páginas de leitura compulsiva, informativa, fascinante. 
(Desidério Murcho, In http://dererummundi.blogspot.pt/

Nesta obra não se encontra o género tradicional de história da humanidade, geralmente bastante eurocêntrica e descrevendo quase exclusivamente pormenores da política e dos impérios. O que encontramos aqui é um enquadramento iluminante da história da humanidade, que é vista do ponto de vista do universo, como diria Sidgwick. A história de Harari abrange desde o aparecimento dos primeiros hominídeos até à previsível extinção do Homo sapiens. Mas é muito mais do que uma mera narrativa de factos biológicos, antropológicos, económicos e políticos: é uma tentativa de compreender a razão de ser das coisas. E, claro, muitas vezes essa é uma tentativa gorada, caso em que Harari expõe algumas teorias especulativas, os seus pontos fortes e os seus pontos fracos. Em muitos casos, Harari conclui que não sabemos, pelo menos para já, o porquê que procuramos. É o caso, logo no início do livro, do mistério da nossa solidão de espécie: ao longo de milhares de anos, o Homo sapiens conviveu com várias outras espécies de hominídeos, como aliás acontece hoje com as outras espécies. Subitamente, porém, as outras espécies desaparecem e ficamos apenas nós; porquê? Sabemos hoje, por exemplo, que muitos de nós temos alguns genes de outras espécies de hominídeos (temos genes de Neandertal, por exemplo), o que significa que houve cruzamento entre espécies. Mas não houve uma fusão de espécies porque se tivesse havido tal coisa, teríamos uma percentagem muitíssimo elevada de genes de outras espécies, coisa que não temos.

Harari divide a história da humanidade em três grandes períodos, que correspondem a três acontecimentos marcantes: a revolução cognitiva, a revolução agrícola e a revolução científica. Entre as duas últimas ocorre a unificação da humanidade, que deixa de estar separada em ilhas culturais, para passar a ser uma só cultura. Quando Hollywood imagina o faroeste do séc. XIX, com índios orgulhosos nos seus cavalos, dá a ilusão de uma cultura independente, o que é falso: os cavalos, por exemplo, foram reintroduzidos no continente norte-americano apenas no séc. XV, quando os espanhóis lá chegaram. (Reintroduzidos porque quando os antepassados dos indígenas norte-americanos, os primeiros hominídeos, chegaram ao actual continente norte-americano, havia cavalos, que prontamente se extinguiram com a pressão predatória humana.)

A revolução cognitiva ocorre quando os seres humanos desatam a imaginar coisas que não existem: nasceu a ficção. Deuses, demónios, espíritos, narrativas míticas, religiões, artes, surgem subitamente onde os Sapiens estão, desempenhando talvez, pensa Harari, o papel crucial de conseguir coordenar um número elevado de seres humanos, coisa que antes não era possível. Numa das muitas imagens memoráveis do livro, Harari faz notar que se colocarmos milhares de chimpanzés numa praça de uma cidade, o resultado será apenas uma cacofonia sem rumo; milhares de seres humanos, contudo, conseguem coordenar-se para se manifestar, por exemplo, contra o terrorismo. (Sobre os recentes ataques terroristas vale a pena ler o que me pareceu o mais lúcido dos artigos sobre o caso, da autoria de Yuval Harari, publicado pelo Guardian.)

O  livro surpreende a cada passagem pela simplicidade da sua linguagem, pela profundidade da visão do seu autor, e também pela verve, que põe ao serviço da compreensão de ideias profundas e por vezes difíceis. É um livro inteligente, pleno de ideias surpreendentes, de explicações iluminantes e de perspectivas novas. Desmontando sempre que pode muitas ideias feitas que hoje afogam o pensamento comum (como a ideia de que os seres humanos eram ecologicamente correctos antes da industrialização, ou a ideia de que só as relações heterossexuais são "naturais"), este livro presta um serviço inestimável ao esclarecimento da humanidade. Aconselho vivamente a sua leitura, e releitura, e penso tratar-se de um dos mais importantes livros de divulgação científica publicados nos últimos dez anos. Está de parabéns a Vogais, que soube publicar atempadamente um livro excelente.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

2015, ANO INTERNACIONAL DA LUZ


É comum a afirmação de que “não poderíamos viver sem ela” e é também tido como certo que, sem luz, a vida não existiria. Em termos científicos, “luz” abrange toda a gama de radiações eletromagnéticas, desde as ondas muito longas (ondas rádio) até às mais energéticas, correspondentes a frequências muito elevadas (como raios X e raios gama). É toda essa “luz” que será abordada no programa que se prepara para preencher o Ano Internacional da Luz.
Foi em dezembro de 2013 que a Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU) proclamou 2015 como o ano em que a Organização para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) promoveria a cooperação com outras entidades para o desenvolvimento de ações de sensibilização de políticos e cidadãos em geral – a nível mundial – para a importância da luz na vida e no bem-estar geral.
Desde logo se iniciaram trabalhos preparatórios (alguns dos quais conduziram já à concretização de ações efetivas), quer na elaboração de programas diversificados e ajustados às realidades de cada país, quer na mobilização de recursos humanos voluntários para a liderança de projetos e, ainda, para a indispensável obtenção de financiamento para as componentes em que ele é indispensável.
Foram já disponibilizados alguns recursos que, gratuitamente, os dinamizadores individuais e coletivos podem usar, nos quais se contam imagens obtidas a partir de satélites artificiais que tornam evidentes as assimetrias em diversas partes do planeta (com regiões profusamente iluminadas durante a noite enquanto outras permanecem praticamente às escuras) ou ainda o facto de, na maior parte dos casos, as lâmpadas serem bem visíveis do espaço, em contraste com a raridade dos casos em que o chão é diretamente iluminado, sem esbanjamento de luz para a atmosfera.
SUPER 198 - Outubro 2014
Leia a continuação numa das nossas versões digitais:
FONTE:
http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2857:2015-ano-internacional-da-luz&catid=33:cacadores-de-estrelas&Itemid=124

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Memória, História: AUSCHWITZ



https://www.youtube.com/watch?v=TVRMIid9Xiw&feature=youtu.be 



On January 27, 1945, on Saturday, at around 9 a.m. the first Soviet soldier from a reconnaissance unit of the 100th Infantry Division appeared on the grounds of the prisoners' infirmary in Monowitz. The entire division arrived half an hour later. The same day a military doctor arrived and began to organize assistance.
In the afternoon soldiers of the Red Army entered the vicinity of the Auschwitz...

https://www.facebook.com/auschwitzmemorial?fref=ts


Dia Internacional da Memória do Holocausto


No Dia Internacional da Memória do Holocausto e nos 70 anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz, recomendamos o livro "O Rapaz do Pijama às Riscas". 
Para que a humanidade nunca se esqueça da barbárie, dos dias trevas...
No  Dia Internacional da Memória do Holocausto e nos 70 anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz, recomendamos o livro "O Rapaz do Pijama às Riscas". Para nunca esquecer.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

GERAÇÃO Z

Mais rápidos, mais capazes, mais solitários, os Z vivem agarrados aos ecrãs, pensam com a ajuda da internet e estão permanentemente preocupados com a bateria do telemóvel. Que geração é esta que nasceu com a viragem do século?


Ler mais: 

http://expresso.sapo.pt/geracao-z=f903941#ixzz3NIm198qj

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Jerónimos, a epopeia da pedra




Vasco da Gama descobriu nos mares o caminho para chegar à Índia e o Mosteiro dos Jerónimos nasceu para glorificar o achado e a visão de um rei. Obra-prima do Manuelino, não há nada que se lhe compare em Portugal. Em 1983 tornou-se Património da Humanidade.







Património da Humanidade.







http://ensina.rtp.pt/artigo/patrimonio-mundial-portugues-mosteiro-dos-jeronimos/